Guarde falando. Encontre perguntando.
O MemoIA é uma memória pessoal que funciona por conversa. Você joga a informação como jogaria para uma pessoa — por áudio, no meio do corredor, sem escolher categoria — e recupera semanas depois com as palavras que lembrar.
Funciona no navegador, no iPhone e no Android. O canal de WhatsApp entra assim que a conta for aprovada pela Meta.
guarda aí: a chave reserva do apartamento ficou com a Dona Lúcia, do 302
Guardado.
três semanas depois
quem tá com a chave reserva?
A Dona Lúcia, do 302.
O que ele guarda
Quatro coisas — e ele decide sozinho qual é qual
Você não escolhe categoria, não preenche campo, não marca etiqueta. Escreve ou fala a frase, e o MemoIA descobre o que fazer com ela: se tem data, se é um laço em aberto, se é lembrança ou se é segredo.
Vira compromisso com data e hora. Ele se oferece para avisar antes — e avisa, na hora certa, no seu fuso.
Fica em aberto, e continua em aberto até você dizer que resolveu. Um laço que não fecha sozinho e não some da sua frente.
O tipo de coisa que ninguém anota em lugar nenhum e todo mundo esquece na hora exata em que precisaria dela.
Guardado à parte, cifrado sozinho e fora do índice de busca. Volta por link de uso único, atrás de um PIN — nunca escrito na conversa.
Como funciona
Três passos, e nenhum deles é preencher formulário
Você fala
Áudio ou texto, frase solta, do jeito que sairia para uma pessoa. A voz é o caminho principal: dá para guardar uma coisa andando, sem parar para digitar.
Ele entende e guarda
Descobre se aquilo tem data, se é pendência, lembrança ou segredo, e o que precisa virar lembrete. Fotos e documentos entram com a descrição que você deu.
Você pergunta depois
Em linguagem normal. A busca é por sentido, não por palavra exata: acha “a chave do apartamento” mesmo que você tenha guardado “a cópia da porta de casa”.
Privacidade
A parte que ninguém gosta de escrever
Uma memória pessoal só serve se você puder colocar dentro dela coisa que importa. Então aqui vai o que o sistema faz de fato — inclusive o que seria mais confortável não contar.
Na WhatsApp Cloud API — a via que qualquer empresa usa para atender por WhatsApp — a criptografia de ponta a ponta não se aplica: a Meta gerencia as chaves em nome do negócio e retém o conteúdo por até 30 dias. Não é algo que possamos desligar.
Foi essa restrição que desenhou o resto do sistema: o valor de um segredo nunca volta pela conversa.
Chave só sua
Todo conteúdo é cifrado em repouso com AES-256-GCM, com uma chave exclusiva da sua conta, protegida por uma chave mestra.
Segredo fora da conversa
Senha, código, documento: o valor sai por um link que expira em 90 segundos, funciona uma única vez e pede PIN antes de mostrar.
O modelo não vê o segredo
O texto que vai para a inteligência artificial passa antes por uma redação que troca o valor por um marcador. O índice de busca sequer tem a coluna.
Apagar é apagar
Apagar a conta destrói a chave dela. Sem a chave, cópias de segurança que ainda tenham os bytes ficam permanentemente ilegíveis.
O aplicativo
A mesma memória, por outra porta
O app roda no navegador, no iPhone e no Android. Serve para ver o que está guardado, procurar com calma e abrir o cofre com o PIN — coisas que não cabem bem dentro de uma conversa.